Temoporfina

Fotossensibilizador (agente para terapêutica fotodinâmica)

A temoporfina é um agente fotossensibilizante utilizado na terapêutica fotodinâmica de tumores. É administrada como uma única injeção intravenosa lenta; 96 horas depois, o tumor é iluminado com luz laser não térmica a 652 nm, e o fármaco ativado, em conjunto com o oxigénio, gera espécies reativas de oxigénio que destroem o tecido tumoral. Na UE está autorizada para o tratamento paliativo de doentes com carcinoma de células escamosas da cabeça e pescoço avançado em que as terapêuticas anteriores falharam e que não são adequados para radioterapia, cirurgia ou quimioterapia sistémica. Só pode ser administrada em centros de oncologia especializados, por médicos com experiência em terapêutica fotodinâmica. Todos os doentes tratados ficam temporariamente fotossensíveis e têm de evitar a luz solar e a luz intensa no interior de edifícios, com as precauções mais rigorosas durante os primeiros 15 dias após a injeção.

Disponível sob as marcas

Esta substância ativa é comercializada sob as seguintes marcas, consoante a região e o fabricante:

  • Foscan ®

As marcas são marcas registadas dos respetivos titulares. A Pharmalogistic não representa, fabrica nem distribui os produtos de marca acima indicados.

Pedir informação

Procura uma marca específica desta substância ativa?

Contacte-nos para falar sobre disponibilidade e aquisição.

Perguntas frequentes

Temoporfina: para que é utilizado?

A temoporfina é um agente fotossensibilizante utilizado na terapêutica fotodinâmica de tumores.

Temoporfina: é necessária receita médica?

Sim. Temoporfina é um medicamento sujeito a receita médica. É necessária uma receita válida emitida por um médico licenciado, e as regras de prescrição do país de destino são verificadas antes de qualquer envio.

Temoporfina: como deve ser conservado?

Conservar Temoporfina a Não conservar acima de 25 °C; conservar na embalagem de origem para proteger da luz, na embalagem de origem, ao abrigo da luz e fora do alcance das crianças. Após a primeira utilização: Após a abertura, a solução deve ser utilizada imediatamente.

Temoporfina: precisa de envio refrigerado (cadeia de frio)?

Não. Temoporfina é estável a Não conservar acima de 25 °C; conservar na embalagem de origem para proteger da luz, pelo que basta uma embalagem de proteção padrão; durante o transporte, o produto continua protegido do calor e da humidade.

Temoporfina: sob que marcas é comercializado?

Temoporfina comercializa-se sob as marcas Foscan, consoante o país e o fabricante. As marcas são propriedade dos respetivos titulares; a Pharmalogistic não representa nem distribui os produtos de marca.

Temoporfina: que dosagens estão disponíveis?

Temoporfina está disponível nas seguintes dosagens: Solução injetável de 1 mg/ml, frasco para injetáveis de 1 ml, Solução injetável de 1 mg/ml, frasco para injetáveis de 3 ml, Solução injetável de 1 mg/ml, frasco para injetáveis de 6 ml. A dosagem adequada e o esquema posológico são determinados pelo médico assistente.

Temoporfina: qual é o prazo de validade?

O prazo de validade de Temoporfina é de 5 anos quando o produto é conservado conforme recomendado. Não utilizar após o prazo de validade impresso na embalagem.

Informação médica e orientações

Farmacologia, indicações e perfil de segurança desta substância ativa

Ação farmacológica

A temoporfina é um agente fotossensibilizante utilizado na terapêutica fotodinâmica (TFD) de tumores. A sua atividade farmacológica é iniciada pela luz: após a injeção intravenosa, o fármaco é fotoativado com luz não térmica a 652 nm, e o efeito terapêutico depende da interação da temoporfina com a luz e o oxigénio no interior das células.

Mecanismo de ação

  • Fotoativação: a luz a 652 nm leva a temoporfina a um estado excitado. Pensa-se que passe a um estado tripleto de vida mais longa que pode reagir com moléculas circundantes ou com o oxigénio, nas reações de tipo I e de tipo II típicas dos agentes fotodinâmicos.
  • Espécies reativas de oxigénio: as reações geram espécies reativas de oxigénio e radicais altamente reativos. Causam lesão oxidativa nas células tumorais, o que conduz à morte celular e, no campo iluminado, a inflamação aguda, edema e necrose.
  • Células imunitárias: em estudos, a TFD com temoporfina ativou os macrófagos e aumentou a fagocitose e a libertação do fator de necrose tumoral α e do óxido nítrico, o que pode contribuir para a destruição das células tumorais.
  • Efeito clínico: num ensaio com 147 doentes com carcinoma de células escamosas da cabeça e pescoço avançado, observou-se uma resposta tumoral (redução da massa tumoral de, pelo menos, 50% durante, pelo menos, quatro semanas) em 25% após um único tratamento e uma resposta completa local segundo a OMS em 14%. As respostas foram melhores em lesões totalmente iluminadas com 10 mm ou menos de profundidade. A duração mediana da resposta foi de 57 dias no conjunto e de 84 dias nas respostas completas. Dos 37 doentes que receberam pelo menos dois tratamentos, 10 responderam ao novo tratamento, 6 deles com uma resposta completa local.

Farmacocinética

  • Absorção e distribuição: após a injeção, os níveis plasmáticos diminuem rapidamente e depois aumentam lentamente até um pico 2–4 horas após a injeção, diminuindo depois em duas fases. O volume de distribuição é grande, intermédio entre a água corporal total e a extracelular (0,34–0,46 l/kg), e a temoporfina não se concentra nos tecidos. A ligação às proteínas plasmáticas é de 85–87%, às lipoproteínas e a proteínas de alta densidade, como a albumina.
  • Metabolismo: formam-se dois metabolitos conjugados principais, que são eliminados para a bílis; nenhum é observado na circulação sistémica.
  • Eliminação: a temoporfina é uma substância de baixa depuração (3,9–4,1 ml/h/kg) com uma semivida plasmática terminal de 65 horas nos doentes. Os dados sobre a eliminação no ser humano são limitados; nos animais, o fármaco é eliminado apenas pelo fígado para a bílis e as fezes, sem recirculação êntero-hepática dos seus metabolitos.
  • Evolução no tempo: 15 dias após a injeção, a concentração plasmática desceu para o nível de fundo, razão pela qual os doentes podem, em geral, começar um regresso gradual à iluminação normal no exterior.

Indicações

  • Carcinoma de células escamosas da cabeça e pescoço avançado: tratamento paliativo de doentes em que as terapêuticas anteriores falharam e que não são adequados para radioterapia, cirurgia ou quimioterapia sistémica.

Contraindicações

  • Hipersensibilidade à substância ativa ou a qualquer um dos excipientes.
  • Porfíria ou outras doenças agravadas pela luz.
  • Hipersensibilidade às porfirinas.
  • Tumores que se sabe estarem a erodir um vaso sanguíneo importante no local de iluminação ou junto a este.
  • Um procedimento cirúrgico planeado nos próximos 30 dias.
  • Doença oftálmica concomitante com probabilidade de exigir um exame com lâmpada de fenda nos próximos 30 dias.
  • Terapêutica em curso com um agente fotossensibilizante.

Efeitos indesejáveis

A maioria das toxicidades da terapêutica fotodinâmica são efeitos locais na região iluminada e, por vezes, no tecido circundante: uma resposta inflamatória aguda que habitualmente provoca edema e dor, seguida de necrose. Todos os doentes ficam temporariamente fotossensíveis. As perturbações gastrointestinais, as reações cutâneas e as perturbações gerais ou no local de administração foram as reações mais frequentes. Foram tratados poucos doentes, pelo que não foi possível identificar as reações pouco frequentes e raras. A dor no local da injeção é transitória e pode ser reduzida injetando mais lentamente.

Muito frequentes (≥1/10): hemorragia; obstipação, estomatite necrosante, disfagia; dor na zona fotoativada (por exemplo, dor facial, cefaleia, dor no local da injeção); edema na zona fotoativada (por exemplo, edema da face ou da língua); formação de cicatrizes na zona fotoativada.

Frequentes (≥1/100 a <1/10): infeção localizada na zona fotoativada (por exemplo, faringite, estomatite); anemia; tonturas, sensação de ardor; náuseas, vómitos, ulceração da boca; formação de bolhas, eritema, hiperpigmentação da pele, reação de fotossensibilidade, necrose cutânea (na zona fotoativada); trismo (consequência do edema local); pirexia, reação no local da injeção, edema; queimadura térmica, queimadura solar (na zona fotoativada).

Desconhecido: sepsis (como consequência de infeção local); rutura vascular; obstrução das vias respiratórias (como consequência de edema local); fístula (na zona fotoativada).

O efeito fotodinâmico também pode lesar o tecido em redor do tumor, levando a fístula, perfuração ou rutura vascular, e a infeção e sepsis. A lesão da zona circundante é o principal risco grave, razão pela qual a técnica de iluminação e de proteção é importante.

Interações medicamentosas

  • Outras substâncias fotossensibilizantes: a fotossensibilidade cutânea pode ser agravada, e foi notificada uma reação deste tipo com 5-fluorouracilo tópico. A terapêutica em curso com um agente fotossensibilizante é uma contraindicação.
  • Enzimas do citocromo P-450: um estudo in vitro com tecido hepático humano não mostrou potencial de interação através da inibição destas enzimas. Não foram observadas outras interações.
  • Teor de álcool: o etanol presente no medicamento pode alterar os efeitos de outros medicamentos.

Administração e posologia

A terapêutica fotodinâmica com Foscan só deve ser administrada em centros de oncologia especializados, onde uma equipa multidisciplinar avalia o tratamento do doente, sob a supervisão de médicos com experiência em terapêutica fotodinâmica.

Dose e injeção

  • Dose: 0,15 mg/kg de peso corporal, numa única injeção intravenosa lenta durante um período não inferior a 6 minutos.
  • Acesso: através de uma cânula intravenosa permanente numa veia proximal grande de um membro, de preferência na fossa antecubital. A permeabilidade da cânula é testada antes da injeção e são tomadas todas as precauções contra o extravasamento.
  • Filtro: a solução roxo-escura em frascos âmbar impossibilita a verificação visual de partículas, pelo que tem de ser utilizado o filtro em linha fornecido na embalagem.
  • Sem diluição: o Foscan não deve ser diluído nem irrigado com cloreto de sódio ou qualquer outra solução aquosa.

Iluminação (fotoativação)

  • Momento: o local de tratamento é iluminado 96 horas após a injeção, e não menos de 90 horas nem mais de 110 horas após esta.
  • Luz: luz laser a 652 nm proveniente de uma fonte laser aprovada, administrada através de uma fibra ótica com microlente aprovada a toda a superfície do tumor. Sempre que possível, a área iluminada estende-se 0,5 cm para além da margem do tumor.
  • Dose de luz: 20 J/cm² administrados com uma irradiância de 100 mW/cm² na superfície do tumor, o que corresponde a um tempo de iluminação de cerca de 200 segundos.
  • Campos: cada campo é iluminado uma vez em cada tratamento, e podem ser iluminados vários campos sem sobreposição. Nenhuma área de tecido pode receber mais do que a dose de luz especificada, e o tecido fora da área-alvo tem de ser completamente protegido para evitar a fotoativação por luz dispersa ou refletida.

Tratamento repetido

Pode ser administrado um segundo ciclo, a critério do médico responsável pelo tratamento, quando se considere adequada uma necrose e remoção adicionais do tumor, com um intervalo mínimo recomendado de 4 semanas entre tratamentos.

Populações especiais

Não existe utilização relevante do Foscan na população pediátrica.

Advertências e precauções especiais

Fotossensibilidade e proteção contra a luz

Todos os doentes ficam temporariamente fotossensíveis. A pele e os olhos têm de ser protegidos da luz solar direta e da luz intensa no interior de edifícios durante os primeiros 15 dias após a injeção. As reações cutâneas de fotossensibilidade são causadas pela luz visível, pelo que os protetores solares contra os ultravioletas não oferecem proteção. Os doentes têm de ser reconduzidos gradualmente à luz normal, e os profissionais de saúde têm de os aconselhar sobre as seguintes precauções (indicadas no folheto informativo):

  • Dia 1 (0–24 horas): permanecer no interior, num quarto escurecido com as cortinas corridas e lâmpadas de 60 W ou menos; evitar a luz solar direta.
  • Dias 2–7: regressar gradualmente à iluminação interior normal, evitando a luz solar direta através das janelas e a luz direta de eletrodomésticos como candeeiros de leitura; a televisão é permitida. Sair apenas depois do anoitecer. Se for absolutamente necessário sair à luz do dia, cobrir toda a pele, incluindo o rosto e as mãos, com roupa escura de tecido apertado e usar óculos escuros. A exposição acidental pode causar uma sensação de picada ou ardor, devendo o doente sair imediatamente da luz. Os olhos podem ser muito sensíveis à luz intensa durante esta semana.
  • Dias 8–14: os doentes podem sair à luz do dia, ficando à sombra ou saindo quando está nublado, e continuando a usar roupa escura de tecido apertado. Começar com 10–15 minutos no exterior no dia 8 e, se não surgir vermelhidão da pele nas 24 horas seguintes, aumentar gradualmente o tempo. Evitar a luz solar direta e a iluminação interior forte.
  • A partir do dia 15: a sensibilidade à luz regressa gradualmente ao normal. Testá-la expondo o dorso da mão ao sol durante 5 minutos e aguardando 24 horas; se houver vermelhidão, evitar a luz solar direta durante mais 24 horas e repetir o teste. Se não houver, aumentar gradualmente a exposição ao sol, não mais do que 15 minutos no primeiro dia e depois mais 15 minutos em cada dia. A maioria das pessoas pode regressar à sua rotina normal até ao dia 22.
  • A mais longo prazo: durante 30 dias, evitar exames oculares que utilizem luzes intensas; durante 3 meses, evitar camas de bronzeamento UV e banhos de sol; durante 6 meses, evitar a luz solar direta prolongada no braço utilizado para a injeção e, se estiver planeada uma atividade prolongada ao ar livre, proteger esse braço com roupa colorida de mangas compridas.

Extravasamento

Deve ter-se especial cuidado para evitar que o fármaco saia da veia no local da injeção. Se tal acontecer, a zona tem de ser protegida da luz durante pelo menos 3 meses. A injeção de outra substância no local não tem benefício conhecido.

Efeitos tecidulares locais e proteção

O tecido normal em redor do tumor tem de ser protegido da fotoativação por uma iluminação e proteção adequadas. Os efeitos locais devem ser geridos de forma proativa. Foram notificadas reações graves, incluindo colangite, colecistite, abcesso hepático e perfuração esofágica, após utilização não aprovada em estenoses biliares malignas e mesotelioma.

Vias respiratórias

A iluminação das vias respiratórias pode causar inflamação local e edema, com dispneia ou mesmo obstrução das vias respiratórias que requer intubação ou traqueotomia. Estas complicações devem ser antecipadas, devendo ser considerado o tratamento profilático com corticosteroides.

Dor

A dor que não seja a dor no local da injeção começa no dia seguinte à iluminação e dura habitualmente 2 a 4 semanas. Podem ser necessários AINE ou analgésicos opiáceos durante um curto período.

Cirurgia, exames oculares e equipamento de monitorização

  • A cirurgia não planeada ou de emergência nos 30 dias após uma injeção só deve ser realizada se for absolutamente necessária e se o benefício superar o risco. Deve evitar-se a iluminação direta com candeeiros cirúrgicos; em vez disso, recomendam-se lanternas frontais.
  • Alguns oxímetros de pulso emitem luz com um comprimento de onda próximo do utilizado para a fotoativação. A sonda tem de ser reposicionada, pelo menos, a cada 10–15 minutos para evitar queimaduras cutâneas locais.

Teor de álcool

O medicamento contém 48% vol. de etanol, até 4,2 g por dose (equivalente a 84 ml de cerveja ou 35 ml de vinho). Isto é prejudicial para pessoas com alcoolismo e deve ser tido em conta em mulheres grávidas ou a amamentar, crianças e grupos de alto risco, como doentes com doença hepática ou epilepsia. Pode alterar os efeitos de outros medicamentos e pode afetar a capacidade de conduzir e utilizar máquinas.

Gravidez, amamentação e fertilidade

  • Gravidez: não existem dados sobre mulheres grávidas, e os estudos em animais mostraram toxicidade reprodutiva. O Foscan não deve ser utilizado durante a gravidez, a menos que o estado clínico da mulher o exija.
  • Contraceção: as mulheres com potencial para engravidar têm de utilizar contraceção eficaz durante o tratamento e até 3 meses depois.
  • Amamentação: desconhece-se se a temoporfina ou os seus metabolitos passam para o leite e não se pode excluir um risco para o lactente; a amamentação deve ser interrompida durante pelo menos um mês após a injeção.
  • Fertilidade: os efeitos na fertilidade humana não foram estudados.

Efeitos sobre a condução

Para evitar problemas de fotossensibilidade, os doentes não devem conduzir durante os primeiros 15 dias após a injeção e só devem utilizar máquinas se for praticável fazê-lo com iluminação reduzida, seguindo as precauções de iluminação recomendadas. O álcool presente no medicamento também pode afetar a capacidade de conduzir e utilizar máquinas. A condução e a utilização de máquinas podem ser retomadas com iluminação normal ou à luz do dia assim que se tenha demonstrado que a fotossensibilidade diminuiu.

Condições de conservação

Não conservar acima de 25 °C. Manter o frasco para injetáveis na embalagem de origem para o proteger da luz; não é necessária cadeia de frio. Cada embalagem contém um frasco para injetáveis de vidro âmbar (1 ml, 3 ml ou 6 ml) e um filtro com conexões Luer lock; poderão não estar comercializadas todas as apresentações. Após a abertura, a solução deve ser utilizada imediatamente.

Prazo de validade

5 anos. Após a abertura, a solução deve ser utilizada imediatamente.

Condições de dispensa em farmácia

Apenas mediante receita médica (Rx), sujeito a receita médica restrita (Anexo II B). A terapêutica fotodinâmica é administrada apenas em centros de oncologia especializados por médicos com experiência na mesma, pelo que o Foscan é fornecido ao hospital ou à clínica que o administra.

Outras substâncias ativas da mesma área terapêutica ou classe farmacológica.

Aviso importante

As informações fornecidas neste website destinam-se exclusivamente a fins de informação geral e educativos e não constituem aconselhamento médico, diagnóstico ou recomendação de tratamento. Estas informações não pretendem substituir a consulta com um profissional de saúde qualificado. Procure sempre o aconselhamento do seu médico, farmacêutico ou outro prestador de cuidados de saúde qualificado para qualquer questão relacionada com uma condição clínica ou um medicamento. Nunca ignore o aconselhamento médico profissional nem atrase a sua procura por causa de informações apresentadas neste website. A disponibilidade dos produtos, as indicações aprovadas e a informação de prescrição podem variar consoante o país. Muitos dos medicamentos referidos estão sujeitos a receita médica; sempre que uma receita seja exigida, esta deve ser válida no país de destino, e os produtos devem ser utilizados sob supervisão médica. Não adquirimos, enviamos nem listamos substâncias controladas ao abrigo da lei austríaca dos estupefacientes (Suchtmittelgesetz, SMG) ou de regulamentação internacional equivalente.

Consulte os nossos Termos e condições e o Aviso médico na íntegra

Fonte da informação

Esta informação sobre o produto baseia-se em:

DrugBank — Temoporfin (DB11630); EMA SmPC — Foscan

Última revisão:

Questões sobre este produto?

Duas formas de nos contactar — rápida ou detalhada.

Resposta personalizada no prazo de 48 horas

Operações licenciadas na UE · aquisição global

Sem orçamentos automáticos