Relugolix

Antagonista do recetor da GnRH (terapêutica hormonal)

O relugolix é um antagonista oral, não peptídico, do recetor da hormona libertadora de gonadotrofinas (GnRH). Ao bloquear este recetor na hipófise, reduz a hormona luteinizante (LH) e a hormona folículo-estimulante (FSH) e, através delas, a produção de testosterona pelos testículos, o que abranda o crescimento do cancro da próstata sensível às hormonas. Na UE está autorizado para o tratamento de doentes adultos com cancro da próstata avançado sensível às hormonas. O tratamento começa com uma dose de carga de 360 mg no primeiro dia, seguida de um comprimido de 120 mg uma vez por dia, com ou sem alimentos, e não é necessário nenhum antiandrogénio no início porque a testosterona não sofre um aumento súbito. Os afrontamentos, a dor musculosquelética e a fadiga são os efeitos indesejáveis mais frequentes, e a supressão prolongada da testosterona pode diminuir a densidade óssea e, tal como com outras terapêuticas de privação androgénica, pode prolongar o intervalo QT.

Disponível sob as marcas

Esta substância ativa é comercializada sob as seguintes marcas, consoante a região e o fabricante:

  • Orgovyx ®

As marcas são marcas registadas dos respetivos titulares. A Pharmalogistic não representa, fabrica nem distribui os produtos de marca acima indicados.

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Perguntas frequentes

Relugolix: para que é utilizado?

O relugolix é um antagonista oral, não peptídico, do recetor da hormona libertadora de gonadotrofinas (GnRH).

Relugolix: é necessária receita médica?

Sim. Relugolix é um medicamento sujeito a receita médica. É necessária uma receita válida emitida por um médico licenciado, e as regras de prescrição do país de destino são verificadas antes de qualquer envio.

Relugolix: como deve ser conservado?

Conservar Relugolix a Sem condições especiais de conservação, na embalagem de origem, ao abrigo da luz e fora do alcance das crianças.

Relugolix: precisa de envio refrigerado (cadeia de frio)?

Não. Relugolix é estável a Sem condições especiais de conservação, pelo que basta uma embalagem de proteção padrão; durante o transporte, o produto continua protegido do calor e da humidade.

Relugolix: sob que marcas é comercializado?

Relugolix comercializa-se sob as marcas Orgovyx, consoante o país e o fabricante. As marcas são propriedade dos respetivos titulares; a Pharmalogistic não representa nem distribui os produtos de marca.

Relugolix: que dosagens estão disponíveis?

Relugolix está disponível nas seguintes dosagens: Comprimidos revestidos por película de 120 mg. A dosagem adequada e o esquema posológico são determinados pelo médico assistente.

Relugolix: qual é o prazo de validade?

O prazo de validade de Relugolix é de 4 anos quando o produto é conservado conforme recomendado. Não utilizar após o prazo de validade impresso na embalagem.

Informação médica e orientações

Farmacologia, indicações e perfil de segurança desta substância ativa

Ação farmacológica

O relugolix é um antagonista não peptídico, ativo por via oral, do recetor da hormona libertadora de gonadotrofinas (GnRH). O crescimento do cancro da próstata depende em grande parte da testosterona, que os testículos produzem sob o controlo da hormona luteinizante (LH) da hipófise, e a hipófise liberta LH em resposta à GnRH. O relugolix bloqueia o próprio recetor da GnRH, pelo que a testosterona desce abaixo dos níveis fisiológicos sem o aumento transitório, ou «flare», que os agonistas da GnRH podem causar.

Mecanismo de ação

  • Bloqueio do recetor: o relugolix liga-se de forma competitiva aos recetores da GnRH na hipófise anterior e impede que a GnRH nativa se ligue e desencadeie a libertação da hormona luteinizante (LH) e da hormona folículo-estimulante (FSH).
  • Supressão da testosterona: com menos LH, os testículos produzem menos testosterona. Nos doentes, a FSH e a LH diminuem rapidamente após o início do tratamento e a testosterona é suprimida para concentrações abaixo das fisiológicas. Nos dados clínicos, cerca de 56% dos doentes atingiram níveis de testosterona de castração (abaixo de 50 ng/dl) até ao dia 4, e cerca de 97% mantiveram os níveis de castração durante 48 semanas de tratamento.
  • Sem flare: o tratamento não está associado ao aumento inicial da FSH, da LH e da testosterona observado quando se inicia um agonista da GnRH, pelo que não é necessário um antiandrogénio como proteção contra o aumento súbito no início.
  • Efeito reversível: após a interrupção do tratamento, as concentrações das hormonas hipofisárias e gonadais regressam aos níveis fisiológicos. É necessária a administração uma vez por dia para manter a testosterona suprimida.
  • Intervalo QT: a terapêutica de privação androgénica, enquanto classe, pode prolongar o intervalo QT, mas um estudo exaustivo do QT/QTc não encontrou nenhum efeito intrínseco do relugolix no intervalo QTc.

Farmacocinética

  • Absorção: a absorção é mediada principalmente pela glicoproteína P (P-gp) intestinal, da qual o relugolix é um substrato. Os níveis quantificáveis surgem em 0,5 horas, seguidos de um ou mais picos de absorção adicionais; o tempo mediano até à concentração máxima é de 2,25 horas (intervalo de 0,5 a 5,0 horas). A biodisponibilidade absoluta é de cerca de 11,6%. Uma refeição hipercalórica e rica em gorduras diminuiu a AUC em 19% e a concentração máxima em 21%, o que não é clinicamente relevante, pelo que os comprimidos podem ser tomados com ou sem alimentos.
  • Acumulação e estado estacionário: a exposição duplica aproximadamente com a dose de 120 mg uma vez por dia, e o estado estacionário é atingido no dia 7 quando o tratamento começa com a dose de carga de 360 mg.
  • Linearidade: a exposição aumenta mais do que proporcionalmente à dose abaixo de cerca de 80 mg, porque a P-gp intestinal fica saturada à medida que a dose aumenta. Entre 80 e 360 mg, a exposição aumenta proporcionalmente à dose.
  • Distribuição: 68–71% ligado às proteínas plasmáticas, principalmente à albumina e, em menor medida, à glicoproteína ácida alfa-1. O volume de distribuição no estado estacionário é de cerca de 3900 l, o que indica uma ampla distribuição pelos tecidos.
  • Metabolismo: in vitro, o metabolismo oxidativo no fígado faz-se principalmente através do CYP3A4/5 (cerca de 45%) e do CYP2C8 (cerca de 37%), com o CYP2C19 a contribuir com menos de 1%.
  • Eliminação: cerca de 19% do fármaco absorvido é excretado inalterado na urina e cerca de 80% é eliminado através de múltiplas vias metabólicas, com uma contribuição menor da secreção biliar. O principal metabolito nas fezes (cerca de 51%) é formado pelas bactérias intestinais e reflete o fármaco que não foi absorvido. A semivida efetiva é de cerca de 25 horas e a semivida terminal de cerca de 61 horas.
  • Populações especiais: a idade, a raça ou etnia, o tamanho corporal e o estadio do cancro não têm um efeito clinicamente relevante na exposição. No compromisso renal moderado e grave, a exposição foi cerca de 1,5 vezes e até 2 vezes superior, respetivamente (estudos com uma dose de 40 mg); no compromisso hepático ligeiro a exposição foi 31% inferior, e no compromisso moderado foi comparável à normal. O compromisso hepático grave e a doença renal terminal não foram avaliados.

Indicações

  • Cancro da próstata avançado sensível às hormonas: tratamento de doentes adultos.

Esta página abrange apenas o comprimido de 120 mg com uma única substância ativa. O relugolix é também um componente de um comprimido de associação distinto, autorizado para doenças ginecológicas como os miomas uterinos; trata-se de um medicamento diferente, com as suas próprias indicações e posologia, que não é descrito aqui.

Contraindicações

  • Hipersensibilidade ao relugolix ou a qualquer um dos excipientes.

Efeitos indesejáveis

Os efeitos indesejáveis mais frequentes refletem a diminuição da testosterona: afrontamentos (54%), dor musculosquelética (30%) e fadiga (26%). A diarreia e a obstipação ocorrem, cada uma, em cerca de 12% dos doentes.

Muito frequentes (≥1/10): afrontamentos, diarreia (inclui colite), obstipação, dor musculosquelética, fadiga (inclui astenia).

Frequentes (≥1/100 a <1/10): anemia, ginecomastia, insónia, depressão, tonturas, cefaleias, hipertensão, náuseas, hiperidrose, erupção cutânea, diminuição da libido, aumento de peso, aumento da glicose, aumento dos triglicéridos, aumento do colesterol no sangue.

Pouco frequentes (≥1/1000 a <1/100): enfarte do miocárdio, urticária, angioedema, osteoporose ou osteopenia, aumento da aspartato aminotransferase, aumento da alanina aminotransferase.

Desconhecido: prolongamento do intervalo QT.

A dor musculosquelética abrange dor nas articulações, nas costas, nos membros, nos ossos, no pescoço e na coluna vertebral, mialgia, artrite, rigidez, dor torácica não cardíaca e desconforto musculosquelético. A monitorização laboratorial detetou aumentos de grau 3 ou 4 da glicose, dos triglicéridos e da alanina aminotransferase; não foi notificado nenhum aumento do colesterol acima do grau 2. O enfarte do miocárdio, o angioedema e o prolongamento do intervalo QT são as reações graves a vigiar, e a supressão prolongada da testosterona também diminui a densidade óssea (ver Advertências e precauções especiais).

Interações medicamentosas

O relugolix é um substrato da P-gp e é depurado em parte pelo CYP3A e pelo CYP2C8, pelo que os inibidores da P-gp e os indutores combinados da P-gp e fortes do CYP3A são os mais relevantes.

  • Inibidores orais da P-gp: a associação não é recomendada. A eritromicina (um inibidor da P-gp e inibidor moderado do CYP3A4) aumentou a exposição ao relugolix (AUC) 3,5 vezes e a concentração máxima 2,9 vezes após uma dose única; a azitromicina aumentou-as 1,5 e 1,6 vezes. Outros inibidores orais da P-gp incluem a claritromicina, o cetoconazol, o itraconazol, o verapamilo, o carvedilol, a amiodarona, a ciclosporina e o ritonavir. Se a associação for necessária, Orgovyx é tomado primeiro e o inibidor da P-gp pelo menos 6 horas depois, e os doentes são monitorizados com mais frequência quanto a efeitos indesejáveis; em alternativa, Orgovyx pode ser interrompido durante até 2 semanas durante um tratamento curto (por exemplo, com certos antibióticos macrólidos).
  • Indutores combinados da P-gp e fortes do CYP3A (rifampicina, rifabutina, carbamazepina, fenitoína, fenobarbital, apalutamida, efavirenz, hipericão): não recomendados, porque a exposição diminui (a rifampicina reduziu a AUC em 55% e a concentração máxima em 23%). Se a associação for necessária, a dose de Orgovyx é aumentada para 240 mg uma vez por dia e reposta em 120 mg uma vez por dia após a suspensão do indutor.
  • Inibidores do CYP3A4 que não inibem a P-gp: não se recomenda qualquer alteração da dose (estudados com voriconazol, fluconazol e atorvastatina).
  • Agentes redutores da acidez: sem diferença clinicamente significativa na farmacocinética do relugolix.
  • Medicamentos que prolongam o intervalo QT: uma vez que a terapêutica de privação androgénica pode prolongar o intervalo QT, a associação com medicamentos conhecidos por o prolongarem ou por causarem torsade de pointes deve ser avaliada cuidadosamente. O RCM refere os antiarrítmicos da classe IA (quinidina, disopiramida), os antiarrítmicos da classe III (amiodarona, sotalol, dofetilida, ibutilida), a metadona, a moxifloxacina e os antipsicóticos.
  • Efeito do relugolix noutros medicamentos: o relugolix é um indutor fraco do CYP3A e, in vitro, um inibidor da BCRP e da P-gp. A AUC de um substrato sonda sensível do CYP3A diminuiu 22%, sem necessidade de ajuste da dose. A AUC da rosuvastatina (um substrato da BCRP e da OATP1B1) diminuiu 27% e a concentração máxima 34%, o que não é considerado relevante, embora a dose da estatina possa ser titulada em função do efeito. A AUC do dabigatrano etexilato (um substrato da P-gp) aumentou 17% e a concentração máxima 18%, o que não é considerado relevante. Uma vez que a dose de carga de 360 mg não foi testada, deve ser tomada separadamente de outros substratos da P-gp.
  • Outros medicamentos para o cancro da próstata: não se prevê nenhuma interação clinicamente relevante e não é necessário ajuste da dose com a abiraterona, o docetaxel, a darolutamida ou a enzalutamida (em dados limitados de 20 homens, as concentrações mínimas de relugolix não se alteraram de forma relevante quando se acrescentou a enzalutamida). A apalutamida é um indutor da P-gp e um indutor forte do CYP3A4, pelo que a dose de Orgovyx é aumentada para 240 mg uma vez por dia; num estudo clínico, isto deu concentrações mínimas semelhantes às de 120 mg isolados.
  • Alimentos: sem efeito clinicamente relevante; Orgovyx pode ser tomado com ou sem alimentos.

Administração e posologia

O tratamento deve ser iniciado e supervisionado por um médico especialista com experiência no tratamento médico do cancro da próstata. Os comprimidos são tomados por via oral, engolidos inteiros com um pouco de líquido, se necessário, com ou sem alimentos, aproximadamente à mesma hora todos os dias.

Dose recomendada

  • Dose de carga: 360 mg (três comprimidos de 120 mg) no primeiro dia.
  • Dose de manutenção: 120 mg (um comprimido) uma vez por dia, tomada aproximadamente à mesma hora todos os dias.
  • Não é necessário nenhum antiandrogénio como proteção contra o aumento súbito ao iniciar o tratamento, porque o relugolix não aumenta a testosterona.
  • O efeito do tratamento é acompanhado com a avaliação clínica e os níveis séricos do antigénio específico da próstata (PSA).

Ajustes da dose

  • Inibidores orais da P-gp: não recomendados. Se inevitável, tomar Orgovyx primeiro e administrar o inibidor da P-gp pelo menos 6 horas depois, ou interromper Orgovyx durante até 2 semanas durante um tratamento curto com o inibidor.
  • Indutores combinados da P-gp e fortes do CYP3A: não recomendados. Se inevitável, aumentar a dose para 240 mg uma vez por dia e repor 120 mg uma vez por dia após a suspensão do indutor.

Doses omitidas e interrupções

  • Uma dose omitida é tomada logo que o doente se lembre. Se o atraso for superior a 12 horas, é ignorada e o esquema habitual é retomado no dia seguinte.
  • Se o tratamento for interrompido durante mais de 7 dias, reiniciar com a dose de carga de 360 mg no primeiro dia e depois 120 mg uma vez por dia.

Populações especiais

  • Idosos: sem ajuste da dose.
  • Compromisso renal: sem ajuste no compromisso ligeiro ou moderado; precaução no compromisso grave.
  • Compromisso hepático: sem ajuste no compromisso ligeiro ou moderado; o compromisso grave não foi avaliado.
  • Crianças e adolescentes: sem utilização relevante em idade inferior a 18 anos no cancro da próstata avançado sensível às hormonas.

Advertências e precauções especiais

Intervalo QT

A terapêutica de privação androgénica pode prolongar o intervalo QT. Em doentes com antecedentes de prolongamento do intervalo QT ou com fatores de risco para o mesmo, e nos que tomam medicamentos que o possam prolongar, o médico deve ponderar o benefício em relação ao risco, incluindo a possibilidade de torsade de pointes, antes de iniciar Orgovyx. Um estudo exaustivo do QT/QTc não mostrou nenhum efeito intrínseco do próprio relugolix no intervalo QTc.

Doença cardiovascular

Na literatura médica foram notificados enfarte do miocárdio e acidente vascular cerebral em homens sob terapêutica de privação androgénica. Devem ser tidos em conta todos os fatores de risco cardiovascular.

Densidade óssea

A supressão prolongada da testosterona, seja por orquidectomia, por um agonista da GnRH ou por um antagonista da GnRH, está associada a uma diminuição da densidade óssea. Em doentes com fatores de risco adicionais, isto pode levar a osteoporose e a um maior risco de fratura.

Função hepática

Os doentes com doença hepática conhecida ou suspeita não foram incluídos nos ensaios clínicos de longa duração. Foram observados aumentos ligeiros e transitórios da alanina e da aspartato aminotransferase sem aumento da bilirrubina nem sintomas. A função hepática deve ser monitorizada em doentes com doença hepática conhecida ou suspeita, e a farmacocinética no compromisso hepático grave não foi avaliada.

Compromisso renal grave

A exposição pode ser até 2 vezes superior no compromisso renal grave. Uma vez que não está disponível uma dose inferior, é necessária precaução com a dose diária de 120 mg. A quantidade de relugolix removida por hemodiálise é desconhecida.

Monitorização do tratamento

O efeito de Orgovyx deve ser monitorizado através de parâmetros clínicos e dos níveis séricos de PSA.

Gravidez, contraceção, amamentação e fertilidade

  • Mulheres: Orgovyx não está indicado em mulheres com potencial para engravidar e não deve ser utilizado por mulheres que estejam ou possam estar grávidas ou a amamentar.
  • Contraceção: desconhece-se se o relugolix ou os seus metabolitos estão presentes no sémen. Se um doente tiver relações sexuais com uma mulher com potencial para engravidar, tem de ser utilizada contraceção eficaz durante o tratamento e durante 2 semanas após a última dose.
  • Gravidez: os dados são limitados; os estudos em animais mostraram que a exposição no início da gravidez pode aumentar o risco de perda precoce da gravidez, e não se pode excluir um efeito adverso na gravidez.
  • Amamentação: o relugolix passa para o leite de ratos em lactação; não existem dados em seres humanos e não se pode excluir um efeito num lactente amamentado.
  • Fertilidade: Orgovyx pode afetar a fertilidade em homens com potencial reprodutivo.

Sódio

Cada comprimido contém menos de 1 mmol (23 mg) de sódio, pelo que é praticamente isento de sódio.

Efeitos sobre a condução

Orgovyx não tem influência ou tem influência insignificante sobre a capacidade de conduzir e utilizar máquinas. A fadiga (muito frequente) e as tonturas (frequentes) podem afetá-la.

Condições de conservação

Os comprimidos de Orgovyx não necessitam de condições especiais de conservação. São fornecidos em frascos de plástico (30, 33, 90 ou 95 comprimidos, com um exsicante e uma tampa de segurança para crianças) ou em blisters de alumínio (30 e 90 comprimidos); é possível que não sejam comercializadas todas as apresentações. Conservar na embalagem de origem, fora da vista e do alcance das crianças.

Prazo de validade

4 anos. Não utilizar após o prazo de validade impresso na embalagem.

Condições de dispensa em farmácia

Sujeito a receita médica (MSRM), em regime de receita médica restrita (Anexo II B), por prescrição de um médico especialista com experiência no tratamento médico do cancro da próstata. Orgovyx é um comprimido tomado em casa, pelo que é fornecido ao doente ou à clínica que o trata mediante receita médica.

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Aviso importante

As informações fornecidas neste website destinam-se exclusivamente a fins de informação geral e educativos e não constituem aconselhamento médico, diagnóstico ou recomendação de tratamento. Estas informações não pretendem substituir a consulta com um profissional de saúde qualificado. Procure sempre o aconselhamento do seu médico, farmacêutico ou outro prestador de cuidados de saúde qualificado para qualquer questão relacionada com uma condição clínica ou um medicamento. Nunca ignore o aconselhamento médico profissional nem atrase a sua procura por causa de informações apresentadas neste website. A disponibilidade dos produtos, as indicações aprovadas e a informação de prescrição podem variar consoante o país. Muitos dos medicamentos referidos estão sujeitos a receita médica; sempre que uma receita seja exigida, esta deve ser válida no país de destino, e os produtos devem ser utilizados sob supervisão médica. Não adquirimos, enviamos nem listamos substâncias controladas ao abrigo da lei austríaca dos estupefacientes (Suchtmittelgesetz, SMG) ou de regulamentação internacional equivalente.

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Fonte da informação

Esta informação sobre o produto baseia-se em:

DrugBank — Relugolix (DB11853); EMA SmPC — Orgovyx

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