Nirogacestato
Inibidor da gama-secretase (inibidor da via Notch)
O nirogacestato é um inibidor oral de pequena molécula da gama-secretase que bloqueia a ativação proteolítica do recetor Notch, uma via que pode contribuir para o crescimento tumoral quando está desregulada. Na UE está autorizado em monoterapia em adultos com tumores desmoides em progressão que requerem tratamento sistémico. A dose é de 150 mg duas vezes por dia, tomada de forma contínua até à progressão da doença ou toxicidade inaceitável, e o tratamento é iniciado e monitorizado por um médico com experiência em terapêutica antineoplásica. A diarreia, a erupção cutânea, a toxicidade ovárica em mulheres com potencial para engravidar, as náuseas, a fadiga e a hipofosfatemia são os efeitos indesejáveis mais frequentes. Está contraindicado na gravidez, na amamentação e em mulheres com potencial para engravidar que não utilizem contraceção altamente eficaz.
Disponível sob as marcas
Esta substância ativa é comercializada sob as seguintes marcas, consoante a região e o fabricante:
- Ogsiveo ®
As marcas são marcas registadas dos respetivos titulares. A Pharmalogistic não representa, fabrica nem distribui os produtos de marca acima indicados.
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Perguntas frequentes
Nirogacestato: para que é utilizado?
O nirogacestato é um inibidor oral de pequena molécula da gama-secretase que bloqueia a ativação proteolítica do recetor Notch, uma via que pode contribuir para o crescimento tumoral quando está desregulada.
Nirogacestato: é necessária receita médica?
Sim. Nirogacestato é um medicamento sujeito a receita médica. É necessária uma receita válida emitida por um médico licenciado, e as regras de prescrição do país de destino são verificadas antes de qualquer envio.
Nirogacestato: como deve ser conservado?
Conservar Nirogacestato a Abaixo de 25 °C, na embalagem de origem, ao abrigo da luz e fora do alcance das crianças.
Nirogacestato: precisa de envio refrigerado (cadeia de frio)?
Não. Nirogacestato é estável a Abaixo de 25 °C, pelo que basta uma embalagem de proteção padrão; durante o transporte, o produto continua protegido do calor e da humidade.
Nirogacestato: sob que marcas é comercializado?
Nirogacestato comercializa-se sob as marcas Ogsiveo, consoante o país e o fabricante. As marcas são propriedade dos respetivos titulares; a Pharmalogistic não representa nem distribui os produtos de marca.
Nirogacestato: que dosagens estão disponíveis?
Nirogacestato está disponível nas seguintes dosagens: Comprimidos revestidos por película de 50 mg, Comprimidos revestidos por película de 100 mg, Comprimidos revestidos por película de 150 mg. A dosagem adequada e o esquema posológico são determinados pelo médico assistente.
Nirogacestato: qual é o prazo de validade?
O prazo de validade de Nirogacestato é de 2 anos quando o produto é conservado conforme recomendado. Não utilizar após o prazo de validade impresso na embalagem.
Informação médica e orientações
Farmacologia, indicações e perfil de segurança desta substância ativa
Ação farmacológica
O nirogacestato é um inibidor reversível e não competitivo da gama-secretase. Ao bloquear o passo proteolítico que ativa o recetor Notch, desativa a sinalização Notch, uma via que pode impulsionar o crescimento tumoral quando está desregulada.
Mecanismo de ação
- Inibição da gama-secretase: o nirogacestato bloqueia a ativação proteolítica do recetor Notch.
- Via Notch: o Notch desregulado pode ativar vias que contribuem para o crescimento tumoral, o que justifica o seu bloqueio.
- Exposição e hipofosfatemia: a DrugBank refere um risco mais elevado de hipofosfatemia de grau 3 com uma maior exposição ao nirogacestato.
- Eletrofisiologia cardíaca: numa análise baseada em modelos, o intervalo de confiança a 90% para a alteração média prevista do QTcF na concentração máxima esperada de doses supraterapêuticas manteve-se abaixo de 10 ms, pelo que não se associa à posologia terapêutica nenhum prolongamento do QTcF clinicamente significativo.
Farmacocinética
- Absorção: as concentrações máximas são atingidas cerca de 1,5 horas após uma dose oral. A biodisponibilidade absoluta é de cerca de 19,2% (intervalo 16,2–24,3%). A exposição aumenta proporcionalmente à dose entre 50 e 150 mg; o estado estacionário é atingido em cerca de 7 dias, com uma razão de acumulação de cerca de 1,5.
- Distribuição: cerca de 99,6% ligam-se às proteínas séricas in vitro (albumina e, com maior afinidade, glicoproteína ácida alfa-1). A razão sangue/plasma é de cerca de 0,5 e o volume de distribuição aparente nos doentes de cerca de 1430 l.
- Metabolismo: extenso, principalmente pelo CYP3A4; os metabolitos principais ou ativos in vivo não estão totalmente caracterizados. O nirogacestato é também um substrato da glicoproteína P.
- Eliminação: após uma dose radiomarcada em indivíduos saudáveis, foram recuperados cerca de 65% em 13 dias (38% nas fezes, 17% na urina e cerca de 10% do marcador recuperado no ar expirado); o fármaco inalterado correspondeu a menos de 0,01% da dose na urina e a menos de 0,5% nas fezes. A semivida terminal aparente é de cerca de 23 horas e a depuração oral aparente de cerca de 45 l/h.
- Populações especiais: no compromisso hepático moderado, a exposição total (AUC) não se alterou e a exposição máxima (Cmax) foi 28% menor, com um maior volume de distribuição e uma semivida mais longa. O compromisso renal não foi estudado num ensaio específico.
Indicações
- Tumores desmoides: em monoterapia para o tratamento de doentes adultos com tumores desmoides em progressão que requerem tratamento sistémico.
Contraindicações
- Hipersensibilidade ao nirogacestato ou a qualquer um dos excipientes.
- Gravidez.
- Mulheres com potencial para engravidar que não utilizem contraceção altamente eficaz.
- Amamentação.
Efeitos indesejáveis
As frequências baseiam-se em 88 doentes que receberam 150 mg duas vezes por dia durante uma mediana de 21,5 meses. As reações mais frequentes foram diarreia (85%), erupção cutânea (65%), toxicidade ovárica em mulheres com potencial para engravidar (60%), náuseas (59%), fadiga (50%), hipofosfatemia (50%), cefaleias (40%) e estomatite (40%). A reação grave mais frequente foi a toxicidade ovárica (menopausa prematura, 3%), e as reações de intensidade grave mais frequentes foram diarreia (16%) e hipofosfatemia (13%). O tratamento foi suspenso definitivamente devido a um acontecimento adverso em 19% dos doentes (principalmente diarreia 5%, toxicidade ovárica 5% e ALT aumentada 3%), interrompido em 59% e reduzido em 44%.
Muito frequentes (≥1/10): diarreia, náuseas, estomatite (incluindo ulceração da boca e dor na boca), boca seca, erupção cutânea (incluindo erupção cutânea maculopapular e acneiforme), alopecia, foliculite, pele seca, prurido, hipofosfatemia, hipocaliemia, cefaleias, tonturas, proteinúria, glicosúria, eosinofilia, ALT aumentada, AST aumentada, toxicidade ovárica (incluindo insuficiência ovárica, menopausa prematura, amenorreia, menstruação irregular e afrontamentos), tosse, infeção das vias respiratórias superiores, dispneia, epistaxe, fadiga, estado gripal.
Frequentes (≥1/100 a <1/10): hidrosadenite, basiloma, carcinoma pavimentocelular (incluindo da pele), anomalia renal tubular, fratura óssea.
Os acontecimentos de grau 3–4 foram muito frequentes para a diarreia e a hipofosfatemia e frequentes para as náuseas, a estomatite, a erupção cutânea, a foliculite, a hidrosadenite, a hipocaliemia, o aumento da ALT e da AST e a fadiga. Dentro de cada grupo de frequência, o RCM enumera as reações por ordem decrescente de gravidade. As reações graves importantes são a toxicidade ovárica, a diarreia grave, as anomalias eletrolíticas, a elevação das enzimas hepáticas, os cancros da pele não-melanoma e a hipersensibilidade, incluindo anafilaxia.
Interações medicamentosas
O nirogacestato é metabolizado principalmente pelo CYP3A4 e é um substrato da glicoproteína P. Os estudos de interação foram realizados apenas em adultos.
- Inibidores fortes e moderados do CYP3A4 (claritromicina, cetoconazol oral, itraconazol; eritromicina, fluconazol): o itraconazol aumentou 2,5 vezes a Cmax do nirogacestato e 8,2 vezes a AUC, e prevê-se que os inibidores moderados aumentem a exposição de forma clinicamente relevante. Evitar a associação e escolher alternativas sem inibição do CYP3A4 ou com inibição mínima. Se não existir nenhuma disponível, o Ogsiveo deve ser interrompido imediatamente durante todo o tempo em que o inibidor for administrado.
- Toranja e sumo de toranja: contêm inibidores do CYP3A4; devem ser evitados.
- Indutores fortes e moderados do CYP3A (carbamazepina, fenitoína, rifampicina, fenobarbital, hipericão; efavirenz, etravirina): prevê-se que reduzam a exposição e a eficácia. Evitá-los e selecionar alternativas com menor potencial de indução enzimática.
- Agentes redutores de acidez: a solubilidade do nirogacestato diminui acentuadamente acima de pH 6,0, pelo que estes agentes podem reduzir a sua biodisponibilidade. Os inibidores da bomba de protões e os bloqueadores H2 não são recomendados; se os agentes redutores de acidez não puderem ser evitados, os antiácidos podem ser espaçados, tomando o Ogsiveo 2 horas antes ou 2 horas depois do antiácido.
- Substratos do CYP3A4 com índices terapêuticos estreitos (ciclosporina, tacrolímus, digitoxina, varfarina, carbamazepina): não utilizar em conjunto. Num estudo com 95 mg uma vez por dia, o nirogacestato aumentou 1,3 vezes a Cmax do midazolam e 1,6 vezes a AUC; o efeito com 150 mg duas vezes por dia não foi estudado.
- Substratos do CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19 e CYP2B6: o nirogacestato pode induzir estas enzimas in vitro. Verificar se existe redução da eficácia do substrato; a sua dose pode necessitar de ajuste.
- Contracetivos hormonais: desconhece-se se o nirogacestato reduz a sua eficácia, pelo que devem ser utilizados métodos contracetivos altamente eficazes.
- Substratos da glicoproteína P: sem inibição da P-gp clinicamente significativa (exposição ao dabigatrano inalterada).
Administração e posologia
O tratamento deve ser iniciado e monitorizado por um médico com experiência na utilização de terapêuticas antineoplásicas. O Ogsiveo é tomado por via oral, com ou sem alimentos. Os comprimidos não devem ser partidos, mastigados nem esmagados, e a toranja e o sumo de toranja devem ser evitados.
Dose recomendada
- 150 mg duas vezes por dia, uma dose de manhã e uma à noite. Esta dose não deve ser excedida.
- Continuar até à progressão da doença ou toxicidade inaceitável.
- Dose esquecida: não tomar uma dose adicional; tomar a dose seguinte prescrita.
Ajustes da dose em caso de efeitos indesejáveis
Nas reações abaixo indicadas, o Ogsiveo é suspenso até que a reação se resolva para grau ≤1 ou para o valor inicial, sendo depois retomado com 100 mg duas vezes por dia:
- Diarreia: grau 3 persistente durante ≥3 dias apesar de terapêutica médica máxima.
- Reações dermatológicas: foliculite, erupção cutânea maculopapular ou hidrosadenite de grau 3.
- Eletrólitos: hipofosfatemia de grau 3 persistente durante ≥7 dias apesar de terapêutica de substituição máxima; hipocaliemia de grau 3 apesar de terapêutica de substituição máxima.
- Enzimas hepáticas: ALT ou AST ≥3 a 5 vezes o limite superior do normal (retomar quando estiverem abaixo de 3 vezes o limite superior ou no valor inicial). ALT ou AST acima de 5 vezes o limite superior exige a suspensão definitiva.
- Anafilaxia ou outra hipersensibilidade grave: suspensão definitiva.
- Outras reações graves ou com risco de vida: suspender até grau ≤1 ou ao valor inicial, retomar apenas com 100 mg duas vezes por dia e apenas depois de ponderar o benefício face à probabilidade de recorrência. Suspender definitivamente se uma reação grave ou com risco de vida voltar a ocorrer com a dose reduzida.
Populações especiais
- Idosos: sem ajuste da dose em doentes com 65 anos ou mais; os dados clínicos neste grupo são limitados.
- Compromisso renal: sem ajuste no compromisso ligeiro ou moderado; a administração não é recomendada no compromisso grave.
- Compromisso hepático: sem ajuste no compromisso ligeiro ou moderado; a administração não é recomendada no compromisso grave.
- Crianças e adolescentes: a segurança e a eficácia dos 2 aos 18 anos não foram estabelecidas. O Ogsiveo não deve ser utilizado desde o nascimento até menos de 2 anos de idade devido a potenciais preocupações de segurança relacionadas com o crescimento estrutural e funcional; não é possível recomendar qualquer posologia.
Advertências e precauções especiais
Diarreia
A diarreia é muito frequente. Os doentes devem ser monitorizados e tratados com medicamentos antidiarreicos. A diarreia de grau 3 que persista durante 3 dias ou mais apesar de terapêutica médica máxima exige a suspensão da dose e a retoma com 100 mg duas vezes por dia.
Reações dermatológicas
Foram notificadas erupção cutânea maculopapular, foliculite e hidrosadenite. Os doentes devem ser monitorizados durante todo o tratamento e tratados conforme clinicamente indicado; as reações de grau 3 exigem a interrupção da dose e a retoma com 100 mg duas vezes por dia.
Toxicidade ovárica
A toxicidade ovárica, identificada por níveis anormais de hormonas reprodutivas ou por sintomas perimenopáusicos, foi notificada em 75% das mulheres com potencial para engravidar no estudo DeFi e resolveu-se durante o tratamento em 79% delas. Após a suspensão do tratamento, resolveu-se em todas as mulheres para as quais existem dados de seguimento (todas exceto duas de 27). O efeito na fertilidade humana é desconhecido e os dados em animais sugerem que a fertilidade feminina pode estar diminuída. As mulheres com potencial para engravidar devem ser informadas deste risco antes do início e monitorizadas quanto a alterações da regularidade menstrual e a sintomas de deficiência de estrogénios, como afrontamentos, suores noturnos e secura vaginal.
Anomalias eletrolíticas
A hipofosfatemia e a hipocaliemia são muito frequentes. O fosfato e o potássio devem ser monitorizados regularmente e repostos conforme necessário. Suspender a dose na hipofosfatemia de grau 3 com duração de 7 dias ou mais, ou na hipocaliemia de grau 3, apesar de terapêutica de substituição máxima.
Anomalias hepáticas
Foram notificados aumentos da ALT e da AST. Os testes da função hepática devem ser monitorizados regularmente. Suspender a dose se a ALT ou a AST estiver entre 3 e 5 vezes o limite superior do normal; suspender definitivamente acima de 5 vezes.
Cancro da pele não-melanoma
Foram notificados basiloma e carcinoma pavimentocelular. A pele deve ser examinada antes do tratamento e por rotina durante o tratamento. Os casos são tratados de acordo com a prática clínica e o tratamento pode continuar sem ajuste da dose.
Gravidez, contraceção, amamentação e fertilidade
- Teste de gravidez: as mulheres com potencial para engravidar devem ter um teste de gravidez negativo antes de iniciar o tratamento. Deve ser considerada a realização de testes durante o tratamento se desenvolverem amenorreia. O nirogacestato pode causar danos fetais e está contraindicado na gravidez; se uma doente engravidar, o tratamento deve ser interrompido. No estudo DeFi, foi notificado um aborto espontâneo por uma mulher que engravidou durante o tratamento.
- Contraceção nas mulheres: contraceção altamente eficaz durante o tratamento e durante 1 semana após a última dose, utilizando pelo menos um método altamente eficaz (como um dispositivo intrauterino) ou dois métodos complementares, incluindo um método de barreira. Desconhece-se se o nirogacestato reduz a eficácia dos contracetivos hormonais. As mulheres não devem doar óvulos durante este período.
- Contraceção nos homens: os doentes do sexo masculino com parceiras com potencial para engravidar devem utilizar contraceção altamente eficaz durante o tratamento e durante 1 semana após a última dose, e não devem doar esperma durante este período.
- Amamentação: contraindicada. Não existem dados sobre a passagem para o leite; as mulheres não devem amamentar durante o tratamento e durante 1 semana após a última dose.
- Fertilidade: não estudada em seres humanos; os dados em animais sugerem que a fertilidade masculina e feminina pode estar diminuída.
Excipientes
Os comprimidos contêm lactose; os doentes com problemas hereditários raros de intolerância à galactose, deficiência total de lactase ou malabsorção de glucose-galactose não devem tomá-los. Contêm também amarelo sunset FCF (E110), que pode causar reações alérgicas. Cada comprimido contém menos de 1 mmol (23 mg) de sódio.
Efeito sobre a condução
O Ogsiveo não tem influência ou tem uma influência insignificante sobre a capacidade de conduzir e utilizar máquinas. Uma vez que podem ocorrer fadiga e tonturas, os doentes com estes sintomas devem ter cuidado ao conduzir ou operar máquinas.
Condições de conservação
Conservar abaixo de 25 °C. Não é necessária refrigeração. Os comprimidos de 50 mg são fornecidos em frascos com fecho de segurança para crianças e os de 100 mg e 150 mg em blisters; podem não ser comercializadas todas as apresentações.
Prazo de validade
2 anos. Não utilizar após o prazo de validade impresso na embalagem.
Condições de dispensa em farmácia
Medicamento sujeito a receita médica (Rx), por prescrição de um médico com experiência em terapêutica antineoplásica. O Ogsiveo é tomado em casa, pelo que é fornecido ao doente ou à clínica que o trata mediante receita médica.
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Aviso importante
As informações fornecidas neste website destinam-se exclusivamente a fins de informação geral e educativos e não constituem aconselhamento médico, diagnóstico ou recomendação de tratamento. Estas informações não pretendem substituir a consulta com um profissional de saúde qualificado. Procure sempre o aconselhamento do seu médico, farmacêutico ou outro prestador de cuidados de saúde qualificado para qualquer questão relacionada com uma condição clínica ou um medicamento. Nunca ignore o aconselhamento médico profissional nem atrase a sua procura por causa de informações apresentadas neste website. A disponibilidade dos produtos, as indicações aprovadas e a informação de prescrição podem variar consoante o país. Muitos dos medicamentos referidos estão sujeitos a receita médica; sempre que uma receita seja exigida, esta deve ser válida no país de destino, e os produtos devem ser utilizados sob supervisão médica. Não adquirimos, enviamos nem listamos substâncias controladas ao abrigo da lei austríaca dos estupefacientes (Suchtmittelgesetz, SMG) ou de regulamentação internacional equivalente.
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Esta informação sobre o produto baseia-se em:
DrugBank — Nirogacestat (DB12005); EMA SmPC — OgsiveoÚltima revisão:
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