Mifamurtida
Imunoestimulante (derivado sintético do muramil dipéptido)
A mifamurtida é um derivado totalmente sintético do muramil dipéptido, o mais pequeno componente imunoestimulante de origem natural das paredes celulares das micobactérias, e é administrada em lipossomas dirigidos aos macrófagos. É um ligando do recetor intracelular NOD2 dos monócitos e macrófagos e ativa-os para libertarem citocinas; o mecanismo exato da sua atividade antitumoral ainda não é conhecido. Na UE está autorizada em crianças, adolescentes e adultos jovens para o osteosarcoma ressecável não metastático de alto grau após ressecção cirúrgica macroscopicamente completa, sempre em associação com quimioterapia combinada pós-operatória. É administrada em perfusão intravenosa de 1 hora, duas vezes por semana durante 12 semanas e depois uma vez por semana durante 24 semanas, num total de 48 perfusões em 36 semanas. Os arrepios, a febre, a fadiga, as náuseas, a taquicardia e a cefaleia são as reações adversas mais frequentes, e não deve ser combinada com ciclosporina nem com outros inibidores da calcineurina, nem com AINE em doses elevadas.
Disponível sob as marcas
Esta substância ativa é comercializada sob as seguintes marcas, consoante a região e o fabricante:
- Mepact ®
As marcas são marcas registadas dos respetivos titulares. A Pharmalogistic não representa, fabrica nem distribui os produtos de marca acima indicados.
Pedir informação
Procura uma marca específica desta substância ativa?
Contacte-nos para falar sobre disponibilidade e aquisição.
Perguntas frequentes
Mifamurtida: para que é utilizado?
A mifamurtida é um derivado totalmente sintético do muramil dipéptido, o mais pequeno componente imunoestimulante de origem natural das paredes celulares das micobactérias, e é administrada em lipossomas dirigidos aos macrófagos.
Mifamurtida: é necessária receita médica?
Sim. Mifamurtida é um medicamento sujeito a receita médica. É necessária uma receita válida emitida por um médico licenciado, e as regras de prescrição do país de destino são verificadas antes de qualquer envio.
Mifamurtida: como deve ser conservado?
Conservar Mifamurtida a 2–8 °C; não congelar; proteger da luz, na embalagem de origem, ao abrigo da luz e fora do alcance das crianças. Após a primeira utilização: Após reconstituição, filtração e diluição: utilizar imediatamente; o tempo de conservação durante a utilização não deve exceder 6 horas a 25 °C; não refrigerar nem congelar.
Mifamurtida: precisa de envio refrigerado (cadeia de frio)?
Sim. Mifamurtida exige conservação a 2–8 °C; não congelar; proteger da luz, pelo que o envio é feito em embalagem isotérmica com elementos de refrigeração dimensionados para todo o tempo de trânsito, mantendo a cadeia de temperatura ininterrupta desde a expedição até à entrega.
Mifamurtida: sob que marcas é comercializado?
Mifamurtida comercializa-se sob as marcas Mepact, consoante o país e o fabricante. As marcas são propriedade dos respetivos titulares; a Pharmalogistic não representa nem distribui os produtos de marca.
Mifamurtida: que dosagens estão disponíveis?
Mifamurtida está disponível nas seguintes dosagens: 4 mg pó para concentrado para dispersão para perfusão. A dosagem adequada e o esquema posológico são determinados pelo médico assistente.
Mifamurtida: qual é o prazo de validade?
O prazo de validade de Mifamurtida é de 3 anos (frasco para injetáveis não aberto) quando o produto é conservado conforme recomendado. Não utilizar após o prazo de validade impresso na embalagem.
Informação médica e orientações
Farmacologia, indicações e perfil de segurança desta substância ativa
Ação farmacológica
A mifamurtida (muramil tripéptido fosfatidiletanolamina, MTP-PE) é um derivado totalmente sintético do muramil dipéptido (MDP), o mais pequeno componente imunoestimulante de origem natural das paredes celulares das espécies de Mycobacterium. Tem efeitos imunoestimuladores semelhantes aos do MDP natural. O Mepact é uma formulação lipossómica concebida para a fazer chegar aos macrófagos após perfusão intravenosa.
Mecanismo de ação
- Ativação do NOD2: o MTP-PE é um ligando específico do NOD2, um recetor presente principalmente nos monócitos, nas células dendríticas e nos macrófagos, e é um ativador potente dos monócitos e macrófagos. O DrugBank descreve ainda sinalização através do TLR4 e do NF-κB.
- Direcionamento: após a perfusão, os lipossomas são captados principalmente por monócitos, macrófagos e outras células do sistema reticuloendotelial, que os degradam e libertam o MTP-PE no interior da célula.
- Citocinas e moléculas de adesão: os macrófagos humanos ativados produzem TNF-α, interleucina-1β, IL-6, IL-8 e IL-12, e moléculas de adesão, incluindo LFA-1 e ICAM-1. Nas horas seguintes a uma dose, observam-se níveis sanguíneos elevados de marcadores inflamatórios.
- Atividade antitumoral: in vitro, os monócitos humanos tratados destruíram células tumorais (incluindo células de melanoma e de carcinoma do ovário, do cólon e renal), mas não células normais. Em animais, inibiu o crescimento tumoral em modelos de metástases pulmonares, cancro da pele e do fígado e fibrosarcoma e, como terapêutica adjuvante, melhorou a sobrevivência livre de doença em cães com osteosarcoma e hemangiosarcoma. A forma exata como a ativação dos macrófagos conduz à atividade antitumoral em animais e no ser humano ainda não é conhecida.
Farmacocinética
- Exposição: a mifamurtida é eliminada do soro em minutos, pelo que a concentração sérica do fármaco total (lipossómico e livre) é muito baixa. Após uma perfusão de 4 mg em 21 adultos saudáveis, a AUC média foi de 17,0 ± 4,86 h·nM e a Cmax de 15,7 ± 3,72 nM.
- Eliminação: a semivida sérica foi de 2,05 ± 0,40 horas em adultos saudáveis e de 2,04 ± 0,456 horas em 28 doentes com 6 a 39 anos a quem foram administrados 2 mg/m². A depuração e a semivida normalizadas pela área de superfície corporal foram semelhantes em todas as idades. O material lipossómico marcado radioativamente teve uma semivida bifásica, com uma fase alfa de cerca de 15 minutos e uma fase terminal de cerca de 18 horas.
- Distribuição: 6 horas após a administração de lipossomas marcados radioativamente contendo 1 mg de mifamurtida, foi detetada radioatividade no fígado, no baço, na nasofaringe, na tiroide e, em menor grau, no pulmão. Os lipossomas foram captados por células do sistema reticuloendotelial.
- Metabolismo: não estudado no ser humano.
- Acumulação: nenhuma. As curvas de concentração após a primeira e a última perfusão, com 11 ou 12 semanas de intervalo, foram quase sobreponíveis.
- Populações especiais: a insuficiência renal ligeira a moderada (depuração da creatinina de 30 ml/min ou superior) e a insuficiência hepática ligeira a moderada (Child-Pugh A ou B) não têm efeito clinicamente significativo na farmacocinética, embora a variabilidade seja maior na insuficiência hepática moderada. Não existem dados farmacocinéticos na insuficiência renal ou hepática grave.
Indicações
- Osteosarcoma: tratamento do osteosarcoma ressecável não metastático de alto grau em crianças, adolescentes e adultos jovens após ressecção cirúrgica macroscopicamente completa, utilizado em associação com quimioterapia combinada pós-operatória. A segurança e a eficácia foram avaliadas em doentes com 2 a 30 anos de idade no diagnóstico inicial.
Contraindicações
- Hipersensibilidade à mifamurtida ou a qualquer um dos excipientes.
- Utilização concomitante de ciclosporina ou outros inibidores da calcineurina.
- Utilização concomitante de medicamentos anti-inflamatórios não esteroides em doses elevadas (AINE, inibidores da cicloxigenase).
Efeitos indesejáveis
A mifamurtida foi estudada como agente único em 248 doentes, na sua maioria com cancro avançado, em estudos iniciais de fase I e II. As reações mais frequentes são arrepios, febre, fadiga, náuseas, taquicardia e cefaleia. Pensa-se que muitas das reações muito frequentes estão relacionadas com o seu mecanismo de ação, e a maioria dos acontecimentos foi ligeira ou moderada.
Muito frequentes (≥1/10): anemia, anorexia, cefaleia, tonturas, taquicardia, hipertensão, hipotensão, dispneia, taquipneia, tosse, vómitos, diarreia, obstipação, dor abdominal, náuseas, hiper-hidrose, mialgia, artralgia, lombalgia, dores nas extremidades, febre, arrepios, fadiga, hipotermia, dor, mal-estar, astenia, dor torácica.
Frequentes (≥1/100 a <1/10): sépsis, celulite, nasofaringite, infeção no local de inserção do cateter, infeção do trato respiratório superior, infeção do trato urinário, faringite, infeção por Herpes simplex; dor associada ao cancro; leucopenia, trombocitopenia, granulocitopenia, neutropenia febril; desidratação, hipocaliemia, redução do apetite; estado de confusão, depressão, insónia, ansiedade; parestesia, hipoestesia, tremores, sonolência, letargia; visão turva; vertigens, acufenos, perda de audição; cianose, palpitações; flebite, rubor facial, palidez; derrame pleural, dispneia exacerbada, tosse produtiva, hemoptise, sibilos, epistaxe, dispneia de esforço, congestão dos seios nasais e congestão nasal, dor faringolaríngea; dor abdominal superior e inferior, dispepsia, distensão abdominal; dor hepática; erupção cutânea, prurido, eritema, alopécia, pele seca; espasmos musculares, dor no pescoço, na virilha, óssea, no ombro e na parede torácica, rigidez musculosquelética; hematúria, disúria, polaciúria; dismenorreia; edema periférico, edema, inflamação das mucosas, eritema e reação no local da perfusão, dor no local de introdução do cateter, desconforto torácico, sensação de frio; diminuição de peso; dor após o procedimento.
Desconhecido: derrame pericárdico.
Não são listadas reações como pouco frequentes ou raras. As reações graves descritas no RCM incluem dificuldade respiratória (em doentes com asma), febre neutropénica e sépsis, reações alérgicas (erupção cutânea, falta de ar, hipertensão de grau 4) e, de forma pouco frequente, respostas inflamatórias pronunciadas como pericardite e pleurite.
Interações medicamentosas
- Ciclosporina e outros inibidores da calcineurina: contraindicados, devido ao seu efeito hipotético sobre os macrófagos esplénicos e a função fagocítica mononuclear.
- AINE em doses elevadas (inibidores da cicloxigenase): contraindicados, porque in vitro podem bloquear o efeito ativador dos macrófagos da mifamurtida lipossómica.
- Corticosteroides: a utilização crónica ou de rotina deve ser evitada durante o tratamento, uma vez que a mifamurtida atua por estimulação do sistema imunitário.
- Doxorrubicina e outros medicamentos lipófilos no mesmo regime de quimioterapia: os momentos de administração devem ser separados.
- Quimioterapia: estudos limitados, embora não conclusivos, não encontraram evidência de que a mifamurtida interfira com os efeitos antitumorais da quimioterapia ou vice-versa. Num grande estudo aleatorizado, a mifamurtida com medicamentos de toxicidade renal (cisplatina, ifosfamida) ou hepática (metotrexato em dose elevada, ifosfamida) conhecidas não agravou essas toxicidades e não foi necessário ajustar a dose.
- Citocromo P450: in vitro, a mifamurtida lipossómica e não lipossómica não inibe nem induz a atividade do citocromo P450, pelo que não se esperam interações com substratos do P450.
Administração e posologia
O tratamento deve ser iniciado e supervisionado por médicos especialistas com experiência no diagnóstico e tratamento do osteosarcoma. O Mepact é administrado por perfusão intravenosa durante 1 hora e não deve ser administrado por injeção em bólus. A reconstituição, a filtração através do filtro fornecido na embalagem e a diluição antes da perfusão estão descritas na secção 6.6 do RCM.
Dose recomendada
- 2 mg/m² de área de superfície corporal para todos os doentes, como terapêutica adjuvante após ressecção cirúrgica.
- Esquema: duas vezes por semana, com pelo menos 3 dias de intervalo, durante 12 semanas, seguidas de uma vez por semana durante mais 24 semanas. Isto perfaz 48 perfusões em 36 semanas.
- É utilizado em conjunto com quimioterapia combinada pós-operatória.
Populações especiais
- Adultos com mais de 30 anos: não existem dados suficientes para recomendar a utilização. Nenhum doente nos estudos de osteosarcoma tinha 65 anos ou mais, e o estudo de fase III incluiu apenas doentes até aos 30 anos.
- Insuficiência renal ou hepática: não é necessário ajustar a dose na insuficiência renal ligeira a moderada (depuração da creatinina de 30 ml/min ou superior) nem na insuficiência hepática ligeira a moderada (Child-Pugh A ou B). Recomenda-se precaução na insuficiência hepática moderada, porque a variabilidade farmacocinética é maior e os dados de segurança são limitados, e na insuficiência renal ou hepática grave, para a qual não existem dados farmacocinéticos. A função renal e hepática deve ser monitorizada se a mifamurtida for mantida após o fim da quimioterapia, até a terapêutica estar concluída.
- Crianças com menos de 2 anos: a segurança e a eficácia não foram estabelecidas e não existem dados disponíveis.
Advertências e precauções especiais
Dificuldade respiratória
Em doentes com antecedentes de asma ou de outra doença pulmonar obstrutiva crónica, deve ponderar-se a administração preventiva de broncodilatadores. Dois doentes com asma preexistente desenvolveram dificuldade respiratória ligeira a moderada. Se ocorrer uma reação respiratória grave, a perfusão é interrompida e é iniciado o tratamento adequado.
Neutropenia
É frequente observar-se neutropenia transitória, geralmente com a quimioterapia. Os episódios de febre neutropénica devem ser monitorizados e tratados. A mifamurtida pode ser administrada durante a neutropenia, mas a febre atribuída à mesma deve ser cuidadosamente vigiada. A febre ou os arrepios que persistam durante mais de 8 horas após uma dose devem ser avaliados para deteção de uma possível sépsis.
Resposta inflamatória
Os sinais de uma resposta inflamatória pronunciada, incluindo pericardite e pleurite, foram pouco frequentes. Deve ter-se precaução em doentes com doenças autoimunes, inflamatórias ou outras doenças do colagénio, e vigiar sinais como artrite ou sinovite que sugiram uma reação inflamatória não controlada.
Alterações cardiovasculares
Os doentes com antecedentes de trombose venosa, vasculite ou doenças cardiovasculares instáveis devem ser cuidadosamente monitorizados. Se os sintomas persistirem e se agravarem, o tratamento é adiado ou interrompido. Observou-se hemorragia em animais com doses muito elevadas, que não é esperada com a dose recomendada, mas os parâmetros de coagulação devem ser verificados após a primeira dose e novamente após várias doses.
Reações alérgicas
Ocorreram reações alérgicas ocasionais, incluindo erupção cutânea, falta de ar e hipertensão de grau 4. Podem ser difíceis de distinguir de respostas inflamatórias exageradas, pelo que os doentes são monitorizados para deteção de sinais de alergia.
Toxicidade gastrintestinal
As náuseas, os vómitos e a perda de apetite são muito frequentes. A toxicidade pode ser pior com quimioterapia combinada em doses elevadas e foi associada a um maior recurso à nutrição parentérica.
Gravidez, amamentação e fertilidade
- Gravidez: não existem dados em mulheres grávidas e os estudos em animais são insuficientes quanto à toxicidade reprodutiva. A mifamurtida não é recomendada durante a gravidez nem em mulheres em idade fértil que não utilizem métodos contracetivos eficazes.
- Amamentação: desconhece-se se a mifamurtida passa para o leite humano, e tal não foi estudado em animais. A decisão de continuar ou interromper a amamentação ou a terapêutica deve ponderar o benefício da amamentação para a criança e o benefício da terapêutica para a mulher.
- Fertilidade: não foram realizados estudos específicos sobre a fertilidade.
Sódio
Cada unidade de dose contém menos de 1 mmol (23 mg) de sódio.
Efeitos sobre a capacidade de conduzir
O Mepact tem uma influência moderada sobre a capacidade de conduzir e utilizar máquinas. As tonturas, as vertigens, a fadiga e a visão turva são efeitos muito frequentes ou frequentes.
Condições de conservação
Conservar os frascos para injetáveis no frigorífico a 2–8 °C e não os congelar. Manter o frasco para injetáveis dentro da embalagem exterior para proteger da luz. A cadeia de frio deve ser mantida ininterrupta desde o fornecedor até à farmácia hospitalar. Após a reconstituição, a suspensão é estável durante 6 horas a uma temperatura até 25 °C; deve ser utilizada imediatamente e não deve ser refrigerada nem congelada. Cada embalagem contém um frasco para injetáveis de vidro de 50 ml e um filtro estéril de utilização única.
Prazo de validade
- Frasco para injetáveis não aberto: 3 anos.
- Suspensão reconstituída: demonstrou-se a estabilidade química e física durante 6 horas até 25 °C. Do ponto de vista microbiológico, recomenda-se a utilização imediata; a solução reconstituída, filtrada e diluída não deve ser conservada durante mais de 6 horas a 25 °C e não deve ser refrigerada nem congelada.
Condições de dispensa em farmácia
Apenas mediante receita médica (Rx), por prescrição de médicos especialistas com experiência no diagnóstico e tratamento do osteosarcoma. O Mepact é administrado em perfusão hospitalar e tem de ser conservado a 2–8 °C, pelo que é fornecido ao hospital ou à clínica que o administra, em condições de cadeia de frio.
Medicamentos relacionados
Outras substâncias ativas da mesma área terapêutica ou classe farmacológica.
Abemaciclib
Inibidor de CDK4/6 (inibidor da proteína cinase)
Abiraterona
Inibidor da CYP17 (inibidor da biossíntese de androgénios)
Acalabrutinib
Inibidor da BTK (inibidor da proteína cinase)
Ácido folínico
Folato reduzido (desintoxicante para o tratamento antineoplásico)
Ácido ibandrónico
Bifosfonato (inibidor da reabsorção óssea)
Ácido levofolínico
Folato reduzido (isómero ativo do ácido folínico)
Aviso importante
As informações fornecidas neste website destinam-se exclusivamente a fins de informação geral e educativos e não constituem aconselhamento médico, diagnóstico ou recomendação de tratamento. Estas informações não pretendem substituir a consulta com um profissional de saúde qualificado. Procure sempre o aconselhamento do seu médico, farmacêutico ou outro prestador de cuidados de saúde qualificado para qualquer questão relacionada com uma condição clínica ou um medicamento. Nunca ignore o aconselhamento médico profissional nem atrase a sua procura por causa de informações apresentadas neste website. A disponibilidade dos produtos, as indicações aprovadas e a informação de prescrição podem variar consoante o país. Muitos dos medicamentos referidos estão sujeitos a receita médica; sempre que uma receita seja exigida, esta deve ser válida no país de destino, e os produtos devem ser utilizados sob supervisão médica. Não adquirimos, enviamos nem listamos substâncias controladas ao abrigo da lei austríaca dos estupefacientes (Suchtmittelgesetz, SMG) ou de regulamentação internacional equivalente.
Consulte os nossos Termos e condições e o Aviso médico na íntegra
Fonte da informação
Esta informação sobre o produto baseia-se em:
DrugBank — Mifamurtide (DB13615); EMA SmPC — MepactÚltima revisão:
Questões sobre este produto?
Duas formas de nos contactar — rápida ou detalhada.
Resposta personalizada no prazo de 48 horas
Operações licenciadas na UE · aquisição global
Sem orçamentos automáticos
Com pressa?
Pedido rápido
Apenas o seu nome e telefone — 30 segundos. Entramos em contacto e tratamos do resto.
Quer já uma resposta completa?
Pedido detalhado
Indique o medicamento, o país e as suas preferências — respondemos de uma só vez com disponibilidade, requisitos e opções de entrega.
Ou contacte-nos diretamente: +43 660 5464386 · contact@pharmalogistic.eu