Infliximab

Inibidor do TNF-α (anticorpo monoclonal)

O infliximab é um anticorpo monoclonal IgG1 quimérico, composto por regiões variáveis murinas enxertadas numa região constante de IgG1 humana. Ao ligar-se com elevada afinidade ao TNF-α solúvel e transmembranar, interrompe uma cascata inflamatória central implicada na artrite reumatoide, doença de Crohn, colite ulcerosa, espondilite anquilosante, artrite psoriática e psoríase em placas. Originalmente lançado como Remicade em 1998 — o primeiro anti-TNF aprovado para uso clínico —, o infliximab tornou-se desde então um biológico de referência em imunologia, com múltiplos biossimilares (Inflectra, Remsima, Renflexis, Avsola, Flixabi, Zessly, Ixifi) e, desde 2024, uma formulação subcutânea (Zymfentra/Remsima SC) que transformou a fase de manutenção, passando da deslocação a centros de perfusão para a auto-injeção.

Disponível sob as marcas

Esta substância ativa é comercializada sob as seguintes marcas, consoante a região e o fabricante:

  • Remicade (referência, Janssen) ®
  • Inflectra / Remsima (Celltrion / Pfizer) ®
  • Renflexis / Flixabi (Samsung Bioepis / Merck / Biogen) ®
  • Avsola (Amgen) ®
  • Zymfentra (Celltrion, subcutâneo) ®
  • Ixifi (Pfizer) ®
  • Zessly (Sandoz) ®

As marcas são marcas registadas dos respetivos titulares. A Pharmalogistic não representa, fabrica nem distribui os produtos de marca acima indicados.

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Perguntas frequentes

Infliximab: para que é utilizado?

O infliximab é um anticorpo monoclonal IgG1 quimérico, composto por regiões variáveis murinas enxertadas numa região constante de IgG1 humana.

Infliximab: é necessária receita médica?

Sim. Infliximab é um medicamento sujeito a receita médica. É necessária uma receita válida emitida por um médico licenciado, e as regras de prescrição do país de destino são verificadas antes de qualquer envio.

Infliximab: como deve ser conservado?

Conservar Infliximab a 2-8 °C; proteger da luz, na embalagem de origem, ao abrigo da luz e fora do alcance das crianças. Após a primeira utilização: Após reconstituição e diluição, a estabilidade físico-química em utilização foi demonstrada até 28 dias a 2-8 °C, podendo ainda manter-se 24 horas adicionais a 25 °C após retirada do frigorífico. Do ponto de vista microbiológico, a solução para perfusão deve ser administrada imediatamente..

Infliximab: precisa de envio refrigerado (cadeia de frio)?

Sim. Infliximab exige conservação a 2-8 °C; proteger da luz, pelo que o envio é feito em embalagem isotérmica com elementos de refrigeração dimensionados para todo o tempo de trânsito, mantendo a cadeia de temperatura ininterrupta desde a expedição até à entrega.

Infliximab: sob que marcas é comercializado?

Infliximab comercializa-se sob as marcas Remicade (referência, Janssen), Inflectra / Remsima (Celltrion / Pfizer), Renflexis / Flixabi (Samsung Bioepis / Merck / Biogen), Avsola (Amgen), Zymfentra (Celltrion, subcutâneo), Ixifi (Pfizer), Zessly (Sandoz), consoante o país e o fabricante. As marcas são propriedade dos respetivos titulares; a Pharmalogistic não representa nem distribui os produtos de marca.

Infliximab: que dosagens estão disponíveis?

Infliximab está disponível nas seguintes dosagens: Pó liofilizado de 100 mg por frasco de utilização única (para reconstituição IV), 120 mg / 1 mL em caneta ou seringa pré-cheia subcutânea (Zymfentra / Remsima SC). A dosagem adequada e o esquema posológico são determinados pelo médico assistente.

Infliximab: qual é o prazo de validade?

O prazo de validade de Infliximab é de 3 anos a 2-8 °C, frasco fechado (frasco IV). Pode ser conservado até 25 °C durante um período único de até 6 meses, sem ultrapassar o prazo de validade original; uma vez retirado do frigorífico, não pode voltar a ser refrigerado. Formulação SC: específico da marca. quando o produto é conservado conforme recomendado. Não utilizar após o prazo de validade impresso na embalagem.

Informação médica e orientações

Farmacologia, indicações e perfil de segurança desta substância ativa

Ação farmacológica

O infliximab é um anticorpo monoclonal IgG1κ quimérico (75 % humano, 25 % murino) que se liga ao TNF-α solúvel e transmembranar com elevada afinidade, perturbando a cascata de sinalização pró-inflamatória central na patogénese de muitas doenças crónicas imunomediadas.

Mecanismo de ação

  • Neutralização do TNF-α: o infliximab liga-se à forma solúvel trimérica e ao precursor membranar do TNF-α, impedindo a interação com os recetores de superfície p55 e p75. Não se liga à linfotoxina (TNF-β).
  • Efeitos a jusante: o bloqueio da sinalização do TNF-α reduz a produção de citocinas pró-inflamatórias secundárias (IL-1, IL-6), diminui a migração de linfócitos e leucócitos para os focos inflamatórios, reduz a expressão de moléculas de adesão endoteliais (E-seletina, ICAM-1, VCAM-1) e de quimioatraentes (IL-8, MCP-1) e diminui a atividade das metaloproteinases da matriz (MMP-1, MMP-3) responsáveis pela destruição tecidual.
  • Citólise de células portadoras de TNF: ao ligar-se a células que expressam TNF-α transmembranar (em particular, células mononucleares ativadas da lâmina própria na DII), o infliximab pode induzir apoptose através de sinalização reversa e de citotoxicidade celular dependente de anticorpos — propriedade que pode explicar a superioridade nas doenças inflamatórias mucosas face ao bloqueio puro do TNF solúvel.
  • Proteção articular e intestinal: em modelos murinos de poliartrite induzida pelo TNF, o infliximab diminui a sinovite e as erosões articulares e permite a cicatrização das articulações erodidas. Na doença de Crohn, promove a cicatrização mucosa e o encerramento de fístulas.

Farmacocinética

  • Distribuição: predominantemente intravascular; volume de distribuição aparente em estado estacionário de 65–80 mL/kg na doença de Crohn e de 3–4 L na artrite reumatoide.
  • Absorção (formulação SC): biodisponibilidade de cerca de 80 % face à via IV.
  • Metabolismo: catabolizado em péptidos e aminoácidos pelo sistema reticuloendotelial; sem envolvimento de CYP nem de transportadores.
  • Semivida: semivida terminal mediana de 7,7–9,5 dias (dose única); a farmacocinética em estado estacionário depende do intervalo posológico e do estado de imunogenicidade.
  • Depuração (clearance): 11–18 mL/h em adultos; aumenta acentuadamente nos doentes que desenvolvem anticorpos antifármaco, na obesidade e na proteinúria importante (por exemplo, doença de Crohn grave com enteropatia com perda proteica).
  • Imunogenicidade: os anticorpos anti-infliximab (ATI) são uma preocupação conhecida e clinicamente relevante, mais frequente do que com anti-TNF humanizados ou totalmente humanos, devido às regiões variáveis murinas. Os ATI aceleram a depuração, reduzem a eficácia e aumentam as reações relacionadas com a perfusão. A coadministração de metotrexato ou azatioprina reduz substancialmente a formação de ATI.

Indicações

As indicações aprovadas, com variação regional, incluem:

  • Artrite reumatoide (AR) — moderada a grave, em associação com metotrexato.
  • Doença de Crohn — moderada a grave, em adultos e doentes pediátricos ≥ 6 anos; incluindo doença de Crohn fistulizante.
  • Colite ulcerosa (CU) — moderada a grave, em adultos e doentes pediátricos ≥ 6 anos.
  • Espondilite anquilosante (EA) — grave, ativa, em adultos com resposta inadequada à terapêutica convencional.
  • Artrite psoriática (APs) — ativa e progressiva em adultos com resposta inadequada aos DMARDs.
  • Psoríase em placas — moderada a grave, em adultos candidatos a terapêutica sistémica.

A formulação subcutânea (Zymfentra / Remsima SC) está aprovada como terapêutica de manutenção após indução IV na doença de Crohn, na colite ulcerosa e na artrite reumatoide, com extensão das indicações em algumas regiões à APs, EA, psoríase em placas e espondiloartrites.

Contraindicações

  • Hipersensibilidade ao infliximab, a outras proteínas murinas ou a qualquer um dos excipientes.
  • Tuberculose ativa ou outras infeções ativas graves (sépsis, abcesso, infeções oportunistas).
  • Insuficiência cardíaca moderada a grave (classes III/IV da NYHA) — o infliximab em dose elevada (10 mg/kg) está especificamente contraindicado; doses mais baixas com precaução.

Efeitos indesejáveis

Muito frequentes (≥ 1/10): infeções virais (em especial das vias respiratórias superiores), reações relacionadas com a perfusão, dor abdominal, náuseas.

Frequentes (≥ 1/100 a < 1/10): infeções graves (bacterianas, micobacterianas incluindo reativação tuberculosa, fúngicas, virais), neutropenia, linfopenia, anemia, linfadenopatia, reações alérgicas, depressão, insónia, cefaleia, tonturas, vasculite, dispneia, sinusite, vómitos, diarreia, dispepsia, elevação das transaminases, urticária, exantema, prurido, sudação aumentada, pele seca, alopecia, artralgia, mialgia, lombalgia, infeção urinária, calafrios, fadiga, dor torácica, febre.

Pouco frequentes a raros: reações graves relacionadas com a perfusão, incluindo anafilaxia, doença desmielinizante (síndromes tipo esclerose múltipla, neurite ótica, Guillain-Barré), lúpus induzido por fármacos, lesão hepática, incluindo hepatite autoimune, citopenias graves, reativação da hepatite B, infeções oportunistas (histoplasmose, coccidioidomicose, listeriose, pneumonia por Pneumocystis), agravamento ou aparecimento de novo de insuficiência cardíaca, psoríase paradoxal, vasculite, granulomatose tipo sarcoide, neoplasias incluindo linfoma (em particular linfoma T hepatoesplénico em jovens do sexo masculino com DII sob associação infliximab + tiopurina), síndrome de Stevens-Johnson, necrólise epidérmica tóxica.

Advertências em caixa (FDA): infeções graves (TB, micoses invasivas, oportunistas) e neoplasias (linfoma em crianças e adolescentes).

Interações medicamentosas

  • Outros DMARDs biológicos e inibidores da JAK (anacinra, abatacept, rituximab, tocilizumab, iJAK): contraindicados ou fortemente desaconselhados — risco aditivo de imunossupressão e de infeção grave.
  • Vacinas vivas: contraindicadas durante a terapêutica; concluir, sempre que possível, as vacinas vivas (VASPR, varicela, febre amarela, BCG, poliomielite oral) antes do início. Em lactentes expostos in utero, adiar as vacinas vivas durante, pelo menos, 6 meses após o nascimento ou até que o nível de infliximab no lactente seja indetetável.
  • Metotrexato, azatioprina, 6-mercaptopurina: reduzem a imunogenicidade (formação de ATI) e aumentam a eficácia — terapêutica adjuvante padrão na AR e na DII; ponderar face ao maior risco de linfoma T hepatoesplénico em jovens do sexo masculino sob associação na DII.
  • Sem interações clinicamente relevantes com pequenas moléculas pela via CYP, embora a supressão do TNF-α possa normalizar transitoriamente a expressão da CYP suprimida pela inflamação crónica, com efeitos teóricos sobre a varfarina, a ciclosporina e a teofilina.

Administração e posologia

Administração intravenosa

O infliximab é reconstituído a partir de pó liofilizado (10 mg/mL após adição de 10 mL de água esterilizada para preparações injetáveis) e diluído em 250 mL de cloreto de sódio a 0,9 % até uma concentração final de 0,4–4 mg/mL. A perfusão é administrada em pelo menos 2 horas; alguns doentes toleram perfusões aceleradas de 1 hora após, pelo menos, três perfusões padrão sem incidentes.

Artrite reumatoide

  • Dose: 3 mg/kg às semanas 0, 2 e 6 (indução), e depois de 8 em 8 semanas. Os doentes com resposta inadequada podem aumentar até 10 mg/kg ou reduzir o intervalo para 4 em 4 semanas. Sempre em associação com metotrexato.

Doença de Crohn (incluindo fistulizante)

  • Adultos e doentes pediátricos ≥ 6 anos: 5 mg/kg às semanas 0, 2 e 6, e depois de 8 em 8 semanas. A perda de resposta pode ser abordada com escalonamento da dose para 10 mg/kg ou redução do intervalo.

Colite ulcerosa

  • Adultos e doentes pediátricos ≥ 6 anos: 5 mg/kg às semanas 0, 2 e 6, e depois de 8 em 8 semanas.

Espondilite anquilosante

  • Adultos: 5 mg/kg às semanas 0, 2 e 6, e depois de 6 a 8 em 8 semanas.

Artrite psoriática

  • Adultos: 5 mg/kg às semanas 0, 2 e 6, e depois de 8 em 8 semanas; pode ser associado a metotrexato.

Psoríase em placas

  • Adultos: 5 mg/kg às semanas 0, 2 e 6, e depois de 8 em 8 semanas.

Manutenção subcutânea (Zymfentra / Remsima SC)

Após conclusão de duas doses de indução IV (semana 0 e semana 2 a 5 mg/kg na DII; posologia comparável noutras indicações), a manutenção é administrada por via subcutânea: 120 mg de duas em duas semanas, com início à semana 10, na DII; esquemas de manutenção comparáveis aplicam-se a outras indicações, segundo a informação aprovada em vigor.

Insuficiência renal/hepática

Sem ajuste posológico específico; não estudado formalmente em insuficiência orgânica grave.

Dose omitida

Para a manutenção IV, contactar o centro de perfusão para reagendar; retomar o esquema de 8 em 8 semanas a partir da nova data, se uma dose única for adiada por mais de 1–2 semanas. Para a posologia SC, administrar logo que possível se for nos primeiros dias; se estiver próximo da próxima dose programada, saltar a dose omitida.

Advertências e precauções especiais

Rastreio de tuberculose e hepatite B

Rastrear tuberculose latente e hepatite B antes do início. Tratar a tuberculose latente antes ou em simultâneo com o infliximab. Monitorizar os portadores de VHB durante toda a terapêutica e nos meses seguintes à interrupção.

Reações relacionadas com a perfusão

Ocorrem em cerca de 10–20 % dos doentes, sendo a maioria ligeiras. A pré-medicação com anti-histamínicos, paracetamol e/ou corticosteroides reduz a incidência. As reações graves, incluindo anafilaxia, obrigam a interrupção imediata, cuidados de suporte e ponderação da mudança para outro biológico. Podem ocorrer reações de hipersensibilidade de início tardio (tipo doença do soro, 3–14 dias após a perfusão), em especial após intervalos prolongados sem fármaco.

Vigilância de infeções

Suspender o infliximab durante infeções ativas graves. Aconselhar os doentes para os sinais de infeção (febre, mal-estar, perda de peso, tosse persistente, feridas com drenagem). Maior vigilância em regiões endémicas de tuberculose, histoplasmose, coccidioidomicose e estrongiloidíase.

Insuficiência cardíaca

Contraindicado em dose elevada (10 mg/kg) na classe III/IV da NYHA; doses padrão com precaução na insuficiência cardíaca ligeira a moderada.

Neoplasias

Risco de linfoma e outras neoplasias; especial preocupação com o linfoma T hepatoesplénico em jovens do sexo masculino com DII sob associação anti-TNF + tiopurina. Recomendam-se exames cutâneos periódicos.

Eventos neurológicos

Suspender em caso de aparecimento de eventos desmielinizantes ou de outros eventos neurológicos significativos.

Abordagem da imunogenicidade

Utilizar terapêutica imunomoduladora associada (metotrexato, azatioprina, mercaptopurina) sempre que a indicação e o perfil do doente o permitam. A monitorização terapêutica do fármaco (níveis vale de infliximab e título de anticorpos antifármaco) é cada vez mais utilizada para orientar ajustes posológicos, sobretudo na DII.

Gravidez e aleitamento

  • Gravidez: o infliximab atravessa a placenta no segundo e no terceiro trimestres; ponderar a suspensão no final da gravidez quando a atividade da doença o permita. Os recém-nascidos expostos in utero devem adiar as vacinas vivas durante, pelo menos, 6 meses.
  • Aleitamento: pequenas quantidades excretadas no leite, com absorção mínima pelo lactente — em regra, compatível.

Mudança entre IV e SC

Os doentes podem transitar da via IV para a manutenção SC após indução IV; não iniciar a formulação SC em monoterapia sem exposição prévia por via IV (dependente da informação aprovada).

Efeitos sobre a condução

As reações relacionadas com a perfusão e a fadiga pós-perfusão podem comprometer transitoriamente a capacidade de conduzir ou de operar máquinas.

Condições de conservação

Frasco IV liofilizado: conservar no frigorífico (2-8 °C), na embalagem original, ao abrigo da luz. O Remicade pode ser conservado a temperaturas até 25 °C durante um único período máximo de 6 meses, sem ultrapassar o prazo de validade original; a nova data de validade deve ser inscrita na embalagem e, uma vez retirado da conservação refrigerada, o produto não pode voltar a ser refrigerado. Após reconstituição e diluição, a estabilidade físico-química em utilização foi demonstrada até 28 dias a 2-8 °C, podendo ainda manter-se 24 horas adicionais a 25 °C após retirada do frigorífico; do ponto de vista microbiológico, administrar imediatamente.

Formulação subcutânea (Zymfentra / Remsima SC): refrigerar a 2-8 °C, na embalagem original; pode manter-se à temperatura ambiente ≤ 30 °C durante um máximo de 30 dias como excursão única e, depois, eliminar se não for utilizada. Não congelar. Não agitar.

Prazo de validade

3 anos (36 meses) para o frasco IV liofilizado fechado a 2-8 °C; 18–24 meses para a formulação subcutânea (específico da marca). Consultar o prazo de validade do produto na embalagem.

Condições de dispensa em farmácia

Sujeito a receita médica (MSRM). O produto IV é administrado em centros de perfusão ou em consultas de ambulatório especializadas; o produto SC é distribuído por farmácia especializada com logística em cadeia de frio.

Outras substâncias ativas da mesma área terapêutica ou classe farmacológica.

Aviso importante

As informações fornecidas neste website destinam-se exclusivamente a fins de informação geral e educativos e não constituem aconselhamento médico, diagnóstico ou recomendação de tratamento. Estas informações não pretendem substituir a consulta com um profissional de saúde qualificado. Procure sempre o aconselhamento do seu médico, farmacêutico ou outro prestador de cuidados de saúde qualificado para qualquer questão relacionada com uma condição clínica ou um medicamento. Nunca ignore o aconselhamento médico profissional nem atrase a sua procura por causa de informações apresentadas neste website. A disponibilidade dos produtos, as indicações aprovadas e a informação de prescrição podem variar consoante o país. Muitos dos medicamentos referidos estão sujeitos a receita médica; sempre que uma receita seja exigida, esta deve ser válida no país de destino, e os produtos devem ser utilizados sob supervisão médica. Não adquirimos, enviamos nem listamos substâncias controladas ao abrigo da lei austríaca dos estupefacientes (Suchtmittelgesetz, SMG) ou de regulamentação internacional equivalente.

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Fonte da informação

Esta informação sobre o produto baseia-se em:

DrugBank — Infliximab (DB00065); RCM EMA — Remicade

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